Daí vem nego dizer que rabisco demais meus livros….
Ora, só o sublinhado que não está muito reto porque o fiz dentro de um veículo automotor - em movimento….
Daí vem nego dizer que rabisco demais meus livros….
Ora, só o sublinhado que não está muito reto porque o fiz dentro de um veículo automotor - em movimento….
Até o dia em que o Mutante descobriu o empadão goiano…. (Sérgio Dias em Pirenópolis-GO)
(Source: fotografar-lhes)
sem mais!
Esqueleto do texto que viria a ser um perfil do Delegado Waldir, candidato a deputado federal pelo PSDB nas eleições do ano passado. Infelizmente não encontro as últimas versões… O texto foi feito para ser publicado no Diário da Manhã, mas acho que não cheguei a terminá-lo… (Aqui mesmo ele está pelas metades) Encontrando o perfil completo, posto aqui.
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A favor da legalização do aborto, da pena de morte e da redução da maioridade penal para 12 anos, o delegado Waldir, candidato a deputado federal pelo PSDB, se tornou destaque no jornal Folha de São Paulo depois que seu vídeo de campanha produzido para o youtube obteve mais de 35 mil acessos. “Waldir Soares de Oliveira, vulgo Delegado Waldir, assumiu o papel de Capitão Nascimento no horário eleitoral goiano”, diz o jornal.
No vídeo, efeitos fazem alusão a tiros. O delegado acerta patinhos de borracha, alvos e, em alguns momentos, é como se a tela se partisse ao ser atingida. Até um giroflex é adicionado à imagem, compondo um cenário policial. Waldir também brinca com seu número de candidatura, 4500: “45 no calibre e 00 na algema do bandido”, expressão que se tornou seu jargão. “45 é um número forte. Gosto de dizer também que Marconi é o único candidato de calibre. Quem poderia concorrer seria o Vanderlan Cardoso (PR), com o 22, mas é muito inexpressivo perto do 45.”
“Delegado, faremos uma entrevista diferente. Meu foco não são suas propostas de campanha. Quero saber um pouco a respeito de sua vida, de sua trajetória”, explico ao telefone antes de encontra-lo. Chego ao local combinado, e ele me recebe no hall do prédio onde mora, próximo a Aparecida de Goiânia. “Mas você sabia que eu sou o único candidato a ter 45 propostas registradas em cartório?”, fala após cinco minutos de conversa. “Porque lá em Curitiba……”
Waldir é natural de Jacarezinho, no Paraná. Formado em Direito, em 1994, já foi pedreiro, bancário, dono de supermercado e policial civil antes de se tornar delegado de polícia. “Em 2000 passei no concurso do Cespe para delegado e vim para Goiás. Trabalhei nas regiões mais violentas do Estado. Passei por Novo Gama, Luziânia, Águas Lindas, Porangatu, Planaltina de Goiás e, em Goiânia, atuei na região Noroeste. Sou especialista em locais violentos”, me diz com ar de orgulho.
Muitas de suas propostas foram baseadas em exemplos da capital paranaense, o que o delegado faz questão de enfatizar a todo momento. “Sou a favor da privatização dos presídios. É uma de minhas 45 propostas. Só assim vai melhorar. Porque lá em Curitiba…”.
Lá de Curitiba Waldir trouxe também a proposta da implantação da delegacia 24 horas e, provavelmente, foi por lá que vira alguma coisa que o fez ser contra a lei da palmada. “Quem educa é pai e mãe. Essa lei é um absurdo! O tráfico não acaba, a corrupção não acaba… Isso é coisa de que não tem o que fazer!” diz, exaltado.
Waldir foi um dos três delegados que ficaram à frente das investigações no caso da retirada dos ocupantes do Parque Oeste Industrial, em 2005, que mobilizou cerca de 2000 militares para atuarem na, assim chamada pela polícia, Operação Triunfo. “Mas todos se lembram mais de mim, pois era eu quem respondia à imprensa.” Além do 45 e de Curitiba, o delegado gosta também de mídia. “Sei de todos os bastidores”, assegura. Pergunto de forma pontual, ele recua: “Escreverei um livro”.
Ele conta que muitos delegados foram chamados, mas não aceitaram pegar o caso. “Eu estava chegando em Goiás, queria trabalhar, é claro que aceitei.” Sobre o que vivenciou, Waldir conta apenas ter recebido centenas de ameaças de morte, fora as pressões para direcionar o caso.
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(Source: neverneverland)